Consciência
- O que é ter consciência — e por que saber não é o mesmo que enxergar
- As prisões invisíveis: emocionais, de crença e espirituais
- Por que a igreja está cheia de mulheres feridas
- Quando servir muito vira uma forma elegante de fugir de si
um dia inteiro para soltar o que te prende
e voltar a se reconhecer
Você resolve a vida de todo mundo. Você ora, você serve, você entrega. E mesmo assim tem uma coisa antiga aí dentro que nunca saiu do lugar — e que você aprendeu a chamar de "já passou".
Deus não vai fazer por você o que Ele já te deu condição de fazer.
Não é palestra. Em cada bloco você escreve, olha, decide e entrega alguma coisa. Você sai com material seu na mão — não com anotações sobre a vida de outra pessoa.
Um evento se esquece. Uma experiência fica no corpo.
Antes de entrar, você escreve numa folha: "eu vim aqui porque…" e deposita numa urna de vidro. No fim do dia, Carla lê algumas em voz alta. Anônimas. E a sala inteira se reconhece.
Você vai olhar para o mapa da sua própria vida sem falar nada por dois minutos. É desconfortável. É exatamente por isso que funciona.
Um espelho pequeno na sua mão e uma frase para completar em voz baixa: "a verdade que eu não digo é…". Três vezes. Só para você.
A quem te feriu. A você mesma. E a que você precisa parar de cobrar de Deus. Duas são lacradas. Uma volta para casa com você, no bolso.
Uma caixa de madeira à frente da sala recebe o que cada mulher soltou. Ela é fechada na frente de todas. E o que acontece com ela depois, você vai ver ao vivo.
Uma decisão, um passo, uma data e o nome de uma testemunha da sala. Vocês se levantam e se cumprimentam. Isso é um compromisso, não um sentimento.
Você não vai ser obrigada a contar a sua história para ninguém. Você vai escrever. E o que sai no papel, sai de dentro.
Inclusive a quem nunca vai pedir desculpa. Inclusive a quem já morreu. Não é para entregar — é para soltar.
O perdão mais adiado de todos. Pela escolha, pelo silêncio, pelos anos. Esta é a carta que volta com você.
"Onde Ele estava quando aquilo aconteceu?" Essa pergunta pode ser dita. E precisa de um lugar para descansar.
"A mulher que chega até mim quase nunca chega quebrada. Ela chega cansada de segurar."
Psicóloga e psicanalista. Há anos ela escuta, no consultório e nas igrejas, a mesma mulher com nomes diferentes: forte por fora, ferida por dentro, esperando que alguém resolva o que ela já tem condição de conduzir.
A imersão Elas com Propósito nasceu dessa escuta. Ela une o rigor de quem estudou a alma humana com a linguagem de quem conhece a fé por dentro — sem espiritualizar o que é prático, e sem reduzir a fé ao que é técnico.
Das 9h às 18h30, com Carla Chaves conduzindo do início ao fim.
Impresso, seu, com todos os exercícios do dia — você leva preenchido.
Vela, envelopes lacrados, papel selado e o cartão da sua decisão.
Áudios diários da Carla na semana seguinte — o dia seguinte é onde a maioria desiste.
Dois intervalos servidos, para conversar com quem está vivendo o mesmo.
Registro do dia, incluindo a foto oficial da turma.
Em caso de desistência até 7 dias antes do evento, devolvemos 100% do valor. Depois disso, sua vaga pode ser transferida para a turma seguinte ou para outra mulher.
Não. Nada na imersão é obrigatório em público. Os exercícios mais profundos são escritos e só você lê. Existem momentos abertos ao microfone, mas participar deles é sempre uma escolha sua.
Não. A imersão é uma experiência educacional e de desenvolvimento pessoal conduzida por uma psicóloga, e não substitui atendimento psicológico individual. Se durante o dia surgir algo que peça acompanhamento clínico, você será orientada com cuidado sobre o caminho.
Não. A linguagem da Carla dialoga com a fé porque grande parte das mulheres que ela atende vive nesse universo. Mas o conteúdo é sobre consciência, responsabilidade e decisão — e serve a qualquer mulher disposta a olhar para dentro.
Não, e quem te promete isso não está sendo honesto com você. O que a imersão entrega é claridade, liberação e uma decisão tomada. O que vem depois é caminho — e caminho pede constância, não um dia.
Chorar é bem-vindo e é esperado. A sala tem equipe de acolhimento treinada e a condução é de uma profissional. Você não vai ser exposta e não vai ficar sozinha em nenhum momento.
Pode, e é lindo quando acontece. Só uma orientação: vocês vão viver o dia individualmente, cada uma no seu processo. Não sentem juntas no bloco do perdão.
Tem. No fim do dia a Carla apresenta a mentoria em grupo Elas com Propósito — Consciência ao Extraordinário, de seis meses, para quem quiser seguir o caminho inteiro. É um convite, nunca uma condição. Ninguém precisa comprar nada para viver a imersão por completo.
Daqui a um ano você vai estar em algum lugar. A única pergunta é se vai ser o mesmo lugar de hoje.
Quero minha vaga →